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Melhores neobancos por país

56 guias por país e mais 15 pilares específicos de persona — cada página que publicamos sobre «o melhor neobanco para X».

Cada guia é investigação trimestral independente — a mesma metodologia de seis pilares do ranking mundial. Sem colocações patrocinadas.

Neobancos por país: perguntas frequentes

Quais são os neobancos que operam em toda a UE?
Vários neobancos utilizam uma única licença em todo o Espaço Económico Europeu, pelo que estão disponíveis na maioria dos países da UE — Revolut (através da sua licença bancária lituana), N26 (licença alemã), bunq (licença neerlandesa) e Wise (passaporte EMI) são os que têm maior alcance. As funcionalidades específicas e a disponibilidade de um IBAN local continuam a variar consoante o país.
Posso abrir uma conta num neobanco como não residente ou expatriado?
Muitas vezes, sim — se residir num país em que o neobanco opera e conseguir passar nas verificações de identidade e morada. Alguns prestadores emitem um número de segurança social local (IBAN); outros atribuem um número de segurança social de um país estrangeiro (IBAN) que funciona para pagamentos no sistema de transferência de salários (SEPA), mas que, por vezes, é rejeitado por empregadores ou entidades de cobrança locais, o que assinalamos por país.
A proteção de depósitos varia consoante o país em que me encontro?
O limite máximo de 100 000 € é harmonizado em toda a UE, mas o sistema que efetua o pagamento é o do país de origem do banco — por exemplo, o «EdB» alemão, no caso de um banco com licença alemã, independentemente do local onde o cliente resida. Um prestador de moeda eletrónica não dispõe de qualquer sistema de garantia de depósitos em nenhum país; em vez disso, os fundos são protegidos.
Porque é que não está disponível um «IBAN» local do meu país?
Muitos neobancos operam a nível transfronteiriço com um único número de identificação do beneficiário (IBAN) do país de origem, em vez de emitirem um número nacional em cada mercado. As regras do Sistema de Pagamentos de Retorno Único (SEPA) exigem que os pagamentos em euros sejam aceites independentemente do país do beneficiário (IBAN), mas, na prática, alguns emitentes de faturas e empregadores locais continuam a solicitar um número de identificação do beneficiário nacional (IBAN) — consulte a página do país antes de contar com este número para o pagamento do salário ou para débitos diretos.